No último dia de setembro o Sharks entrou em campo pela oitava rodada rodada do Carioca Bowl VIII contra a equipe contra quem disputou seu único amistoso da temporada de 2007, o Niterói Warriors.
O Sharks estava numa situação boa, em que precisava de 2 vitórias em 3 partidas para não ter que se preocupar com outros resultados. Mas aparentemente a ressaca da última partida pareceu ter deixado os jogadores do Sharks confortáveis com o desempenho e, diferente do que foi observado na última vez que mandou uma partida, os jogadores se atrasaram e chegaram desconcentrados para a partida.
A defesa e o ataque estavam desencontrados em campo e enquanto a defesa tinha dificuldade em impedir o avanço das corridas adversárias o ataque não conseguia produzir jogadas expressivas e conquistar terreno para pontuar. Muito foi atribuído a falta de jogadores chave para o fraco desempenho, mas ficou claro que faltou confiança e concentração dos que estavam presente.
Enquanto o Warriors estava tranquilo com a segunda classificação para a fase eliminatória do campeonato praticamente garantida, o Sharks teve dificuldade em funcionar como uma equipe, permitindo o Warriors pontuar na primeira metade de jogo mais rápida do Carioca Bowl.
O Sharks só conseguiu se encontrar para pontuar no último quarto de jogo, mas ainda estava 3 pontos atrás no placar. Apesar de esforçar o ataque não conseguiu alcançar um touchdown para virar a partida ou marcar um field goal e levar o jogo para prorrogação, sendo derrotado por 10 a 7 e se colocando em uma situação complicada no campeonato.
O Sharks fica com histórico 4-4 (4 vitórias e 4 derrotas). Devido a penalização do Tigers, o Falcões que estava 2-5 passou para 3-4 e com a vitória da rodada alcançou o histórico de 4-4, empatando com o Sharks que agora precisa vencer duas partidas e torcer por um tropeço do Falcões que tem um número menor de árbitros faltosos e atrasados, primeiros categorias de desempate apresenta vantagem em relação ao Sharks se os históricos empatarem.
É isso aí, vamos ter que jogar com muita vontade se quisermos nos classificar para o Playoff. Temos que nos dedicar, pois a fase eliminatória chegou mais cedo pro Sharks. Qualquer derrota pode significar o fim do Carioca Bowl 2007 para os tubarões.
Saudações,
--
Bernardo Quaresma
domingo, 7 de outubro de 2007
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
De Volta à Disputa
Após três rodadas, o Rio de Janeiro Sharks volta para a zona de classificação para fase eliminatória do Carioca Bowl VIII com a maior goleada na história dos Campeonatos Cariocas de Futebol Americano de Praia.
Apesar da tarde com muito vento e atraso devido à burocracia do jogo, os jogadores do Sharks se apresentaram com entusiasmo e disposição para a partida. Vindo de duas derrotas e uma vitória desde que o Carioca Bowl foi retomado, o time precisava de uma vitória convincente para lavar a alma e deixar a lanterna do grupo com a maior força do grupo*, o Grupo B.
Como o vento era um fator importante para o jogo, o Sharks escolheu começar chutando a favor do vento, ou seja, a primeira posse de bola seria do adversário. A defesa, com algumas mudanças e uma identidade mais agressiva, fechou a porta para o ataque do Pitbulls deixando o ataque do Sharks bem posicionado teve sua primeira posse de bola.
O ataque, como leitores mais atentos perceberam, entrou em campo e mostrou serviço. Em menos de 4 jogadas alcançou seu primeiro touchdown com passe do quarter-back Fábio Lau #14 para o tight-end Fred #84. Ponto extra convertido por Maury #44.
O ataque do Pitbulls demonstrou reação e quase surpreendeu a defesa do Sharks ao realizar um fake no punt, jogada frustrada pelo então safety Quaresma #39 a poucas jardas da primeira descida.
Sem desmerecer o esforço, o fair-play e a seriedade apresentado pela equipe do Pitbulls Futebol Americano, o jogo se resumiu ao ataque do Sharks. Seria um prazer descrever cada um dos touchdowns, mas honestamente foram de perder a conta e só com auxílio do vídeo do jogo que foi possível listar os pontuadores do time.
Na primeira metade pontuaram:
Buscando aumentar as horas de jogo e confiando no seu quarter-back reserva o ataque do Sharks voltou para o segundo tempo liderado por Revisa #13. A troca pareceu não afetar o desempenho do ataque que não demorou a pontuar. Os jogadores se animaram,deixaram a humildade de lado e buscaram o recorde de touchdowns e placar em uma partida do Carioca Bowl.
Os touchdowns anotados na segunda metade foram:
A defesa do Sharks contribuiu muito para esse placar: impedindo primeiras descidas, conquistando sacks, forçando fumbles e interceptando as tentativas de passe do adversário em conjunto, funcionando como uma parede e fechando a porta para o ataque do Pitbulls.
Apesar da listagem acima poder apresentar alguns erros, o ataque teve aproveitamento de quase, senão, 100% e a defesa não permitiu que o adversário pontuasse. O comissário do jogo indicou 41 pontos na primeira metade do jogo e 36 pontos na segunda metade somando 77 a 0, placar em homenagem ao tubarão prestes a ser enjaulado (:D).
Destaque mais uma vez para os jogadores do Pitbulls que mesmo atrás no placar não desistiram e, salvo uma excessão, jogaram limpo o tempo inteiro. Mesmo que o placar não indique, o Pitbulls teve bons momentos (como um punt recuperado e alguns sacks) demonstrando o potencial do time que ainda está na sua primeira participação no Carioca Bowl.
Saudações,
--
Bernardo Quaresma
P.S. O banho gelado no fim do jogo está virando ritual, o contemplado da sétima rodada? Rafael Gastão Saliés, mais conhecido pelo seu número 13 e apelido Revisa, nosso segundo quarter-back.
* A força do grupo é usada como último critério de desempate antes de par ou impar no Carioca Bowl e consiste na soma de vitórias do time do Grupo. O grupo foi apelidado de grupo da morte e até o início da rodada eram 12 pontos, 6 do Piratas, 3 do Tigers e 3 do Sharks. Com os jogos do fim de semana a força do grupo passou para 14.
Apesar da tarde com muito vento e atraso devido à burocracia do jogo, os jogadores do Sharks se apresentaram com entusiasmo e disposição para a partida. Vindo de duas derrotas e uma vitória desde que o Carioca Bowl foi retomado, o time precisava de uma vitória convincente para lavar a alma e deixar a lanterna do grupo com a maior força do grupo*, o Grupo B.
Como o vento era um fator importante para o jogo, o Sharks escolheu começar chutando a favor do vento, ou seja, a primeira posse de bola seria do adversário. A defesa, com algumas mudanças e uma identidade mais agressiva, fechou a porta para o ataque do Pitbulls deixando o ataque do Sharks bem posicionado teve sua primeira posse de bola.
O ataque, como leitores mais atentos perceberam, entrou em campo e mostrou serviço. Em menos de 4 jogadas alcançou seu primeiro touchdown com passe do quarter-back Fábio Lau #14 para o tight-end Fred #84. Ponto extra convertido por Maury #44.
O ataque do Pitbulls demonstrou reação e quase surpreendeu a defesa do Sharks ao realizar um fake no punt, jogada frustrada pelo então safety Quaresma #39 a poucas jardas da primeira descida.
Sem desmerecer o esforço, o fair-play e a seriedade apresentado pela equipe do Pitbulls Futebol Americano, o jogo se resumiu ao ataque do Sharks. Seria um prazer descrever cada um dos touchdowns, mas honestamente foram de perder a conta e só com auxílio do vídeo do jogo que foi possível listar os pontuadores do time.
Na primeira metade pontuaram:
- Touchdown de passe do Fabio Lau #14 para Fred #84 - Ponto extra Maury #44
- Touchdown de corrida do Romulo #40 - Ponto extra Merlone #3
- Touchdown de passe do Fabio Lau #14 para Felippe #22 - Dois pontos extra Romulo #40
- Touchdown de corrida do Heron #80 - Ponto extra Maury #44
- Touchdown de passe do Fabio Lau #14 para Heron #80 - Ponto extra perdido
- Touchdown de corrida do Heron #80 - Ponto extra perdido
Buscando aumentar as horas de jogo e confiando no seu quarter-back reserva o ataque do Sharks voltou para o segundo tempo liderado por Revisa #13. A troca pareceu não afetar o desempenho do ataque que não demorou a pontuar. Os jogadores se animaram,deixaram a humildade de lado e buscaram o recorde de touchdowns e placar em uma partida do Carioca Bowl.
Os touchdowns anotados na segunda metade foram:
- Touchdown de passe do Revisa #13 para Heron #80 - Ponto extra Maury #44
- Touchdown de corrida do Spritzer #45 - Ponto extra Maury #44
- Touchdown de corrida do Romulo #40 - Dois pontos extra Romulo #40
- Touchdown de corrida do Romulo #40 - Ponto extra Merlone #3
- Touchdown de corrida do Romulo #40 - Ponto extra Merlone #3
A defesa do Sharks contribuiu muito para esse placar: impedindo primeiras descidas, conquistando sacks, forçando fumbles e interceptando as tentativas de passe do adversário em conjunto, funcionando como uma parede e fechando a porta para o ataque do Pitbulls.
Apesar da listagem acima poder apresentar alguns erros, o ataque teve aproveitamento de quase, senão, 100% e a defesa não permitiu que o adversário pontuasse. O comissário do jogo indicou 41 pontos na primeira metade do jogo e 36 pontos na segunda metade somando 77 a 0, placar em homenagem ao tubarão prestes a ser enjaulado (:D).
Destaque mais uma vez para os jogadores do Pitbulls que mesmo atrás no placar não desistiram e, salvo uma excessão, jogaram limpo o tempo inteiro. Mesmo que o placar não indique, o Pitbulls teve bons momentos (como um punt recuperado e alguns sacks) demonstrando o potencial do time que ainda está na sua primeira participação no Carioca Bowl.
Saudações,
--
Bernardo Quaresma
P.S. O banho gelado no fim do jogo está virando ritual, o contemplado da sétima rodada? Rafael Gastão Saliés, mais conhecido pelo seu número 13 e apelido Revisa, nosso segundo quarter-back.
* A força do grupo é usada como último critério de desempate antes de par ou impar no Carioca Bowl e consiste na soma de vitórias do time do Grupo. O grupo foi apelidado de grupo da morte e até o início da rodada eram 12 pontos, 6 do Piratas, 3 do Tigers e 3 do Sharks. Com os jogos do fim de semana a força do grupo passou para 14.
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